A OUTRA JANELA

Uma menina debruçada na janela de sua casa chorava pela morte de seu animal de estimação. Com muita tristeza, observava o jardineiro enterrar o amigo de tantas brincadeiras. O avô que a observava aproximou-se, deu-lhe um abraço e chamou-lhe a atenção para outra realidade. Pegou-lhe pela mão e a conduziu para outra janela. Abriu as cortinas, mostrou-lhe um jardim florido e disse: – ” Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali à frente? Lembra que você ajudou a plantá-lo? Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo. A menina enxugou as lágrimas que ainda corriam e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre as rosas que enfeitavam o jardim. O avô, satisfeito pôr tê-la ajudado a superar aquele momento difícil disse: “A vida nos oferece sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente.”

TRABALHO DO MENINO

História que ensina o valor do trabalho; o valor da auto avaliação sincera e o valor da vontade de acertar... Um menino entrou em um armazém, empurrou um engradado de refrigerante que estava ali para baixo do telefone público.Ele subiu no engradado para que pudesse alcançar os botões do telefone e começou a discar. O proprietário da venda observou e ouviu a conversa. Menino: Senhora será que posso passar aí para cortar a sua grama? Mulher: (no outro lado da linha telefônica): Já tenho alguém para cortar meu gramado. Menino: Eu vou cortar o seu gramado pela metade do preço da pessoa que corta seu gramado agora. Mulher: Estou muito satisfeita com a pessoa que está cortando meu gramado. Menino: (com mais perseverança): Senhora, eu vou varrer sua varanda e até mesmo sua calçada, então no domingo terá o gramado mais bonito da cidade. Mulher: Não, obrigada. Com um sorriso no rosto, o garoto desligou o telefone. O proprietário do armazém, que estava ouvindo tudo isso, caminhou até o menino. Proprietário do armazém: “… Filho, eu gostei da sua atitude e do seu espírito positivo e, de minha parte, gostaria de lhe oferecer um emprego.” Menino: Não, obrigado. Proprietário da venda surpreso: Mas você parecia precisar muito de um emprego, agora mesmo ao telefone. Menino: Não, senhor, eu estava apenas verificando o meu desempenho no trabalho que eu já tenho.Eu sou o único que está trabalhando para a senhora com quem eu estava falando! PENSAMENTO: “Somos aquilo que repetidamente fazemos. A excelência portanto, não é um feito, mas um hábito.” Aristóteles .

EXEMPLO DO RELÓGIO

Antes de morrer, um pai disse ao filho: " Aqui está um relógio que o teu avô me deu e tem mais de 100 anos, mas antes de te dar, vá para a loja da primeira rua e Diga-lhe que você quer vendê-lo para saber quanto pode custar ". Ele foi e depois voltou para o pai e disse: "O relojoeiro queria pagar 5 dólares porque é velho". Depois ele disse: "Agora vai ao café". Ele foi e depois voltou e disse: " Ele queria pagar 5 $". " Agora vá ao museu e mostre-lhes esse relógio ". Ele foi e depois voltou e disse ao pai " Eles me ofereceram 200 mil dólares para este relógio!!!". O pai disse: " Como exemplo do relógio, eu só queria que você soubesse que seu valor será reconhecido no lugar certo. Não fique no lugar errado e não fique zangado se você não for apreciado pelo seu justo valor. Aquele que sabe o seu valor é aquele que gosta de você. Não fique em um lugar que não é adequado para você ". Dê valor à si mesmo !!!

DUPLO SILÊNCIO (LENDA JUDAÍCA)

Dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador. Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno. Até que um dia, chegou a grande colheita. Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos. Cada um seguiu o seu rumo. À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou : "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu". Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu. Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando : "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar. As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter". Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer. Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente. Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção. Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.

ARTE DE RESOVER CONFLITOS

O trem atravessava sacolejando os subúrbios da cidade de Tóquio numa tarde de primavera. Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô. Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo. Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e sujo. Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê. O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arrancá-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava. O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem lutador se levantou. Ele estava em excelente forma física e gostava de lutar. O problema é que suas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate de verdade. Os alunos são proibidos de lutar, pois sabem que Aikidô "é a arte da reconciliação. Aquele cuja mente deseja brigar perdeu o elo com o universo. Por isso o jovem sempre evitava envolver-se em brigas, mas no fundo do coração, porém, desejava uma oportunidade legítima em que pudesse salvar os inocentes, destruindo os culpados. Chegou o dia! Pensou consigo mesmo. Há pessoas correndo perigo e se eu não fizer alguma coisa é bem possível que elas acabem se ferindo. O jovem se levantou e o bêbado percebeu a chance de canalizar sua ira. Ah! Gritou ele. Um valentão! Você está precisando de uma lição de boas maneiras! O jovem lutador lançou-lhe um olhar de desprezo. Pretendia parar o homem bêbado, mas precisava esperar que ele o agredisse primeiro, por isso o provocou de forma insolente. Agora chega! Gritou o homem. Você vai levar uma lição. E se preparou para atacar. Mas, antes que ele pudesse se mexer, alguém deu um grito: Hei! O jovem e o bêbado olharam para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos. Aquele minúsculo senhor vestia um quimono e devia ter mais de setenta anos... Não deu a menor atenção ao jovem, mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar. Por favor chega aqui disse o velhinho, num tom amistoso. Venha conversar comigo insistiu, chamando-o com um aceno de mão. O homenzarrão atendeu, mas perguntou com aspereza: por que vou conversar com você? O velhinho continuou sorrindo. O que você andou bebendo? Perguntou, com olhar interessado. Saquê rosnou de volta o operário e não é da sua conta! Com muita ternura, o velhinho começou a falar da sua vida, do afeto que sentia pela esposa, das noites que sentavam num velho banco de madeira, no jardim, um ao lado do outro. Ficamos olhando o pôr do sol e vendo como vai indo o nosso caquizeiro, comentou o velho mestre. Pouco a pouco o operário foi relaxando e disse: é, é bom. Eu também gosto de caqui... São deliciosos concordou o velho, sorrindo. E tenho certeza de que você também tem uma ótima esposa. Não, falou o operário. Minha esposa morreu. Suavemente, acompanhando o balanço do trem, aquele homenzarrão começou a chorar. Eu não tenho esposa, não tenho casa, não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de mim mesmo. Lágrimas escorriam pelo seu rosto. E o jovem estava lá, com toda sua inocência juvenil, com toda a sua vontade de tornar o mundo melhor para se viver, sentindo-se, de repente, o pior dos homens. O trem chegou à estação e o jovem desceu. Voltou-se para dar uma última olhada. O operário estirado no banco e deitara a cabeça no colo do velhinho, que afagava com ternura seus cabelos emaranhados. Enquanto o trem se afastava, o jovem ficou meditando... O que pretendia resolver pela força foi alcançado com algumas palavras meigas. E aprendeu, através de uma lição viva, a arte de resolver conflitos.

A BORBOLETA AZUL

Havia um viúvo que morava com seus dois filhos adolecentes, curiosos e muito ativos. Os meninos sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras,não. Como pretendia oferecer a eles a melhor educação, mandou os meninos passarem férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, os meninos resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, um deles apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. — O que você vai fazer? - perguntou o irmão mais novo. — Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! Os dois meninos foram então ao encontro do velho sábio, que estava meditando. — Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: — Depende de você. Ela está em suas mãos. Você irá decidir ... Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

LEI DO CAMINHÃO DE LIXO

O empresário acenou para o taxista e solicitou seus serviços para uma corrida até ao aeroporto. O motorista, muito comunicativo e simpático, conversava animadamente com o seu cliente enquanto fazia o longo trajeto. Mesmo conversando o tempo todo, ele não desviava o olhar e a atenção do trânsito, e muito correto no modo de dirigir, andava sempre na faixa certa e conduzia seu veículo com o máximo de cuidado possível... Todavia, quando seguia tranquilo por uma rua, mais que de repente um caminhão transportador de lixo veio ao seu encontro ao sair de uma rua transversal, de marcha a ré, e atravessou instantaneamente à sua frente. O taxista pisou no freio bruscamente, se desvencilhou do caminhão e ainda conseguiu escapar de se colidir em um outro carro que seguia na pista ao lado. Foi por um triz! Não satisfeito pelo erro cometido, o motorista do caminhão sacudiu a cabeça negativamente, fez alguns gestos feios com as mãos e começou a gritar nervosamente, como se ele tivesse alguma razão naquilo tudo. Já o taxista, surpreendentemente sorriu para ele, pediu lhe desculpas e fez um sinal de “calma” seguido por um outro de “positivo” com o polegar, e assim, desestabilizou todo aquele sentimento de fúria que era manifesto na fisionomia do outro. Indignado com tudo o que presenciou o passageiro do táxi logo ponderou: “Oras! Tinha que ser o contrário: você é que deveria ter esbravejado com ele e o xingado” O taxista, com a mesma calma lá do início, relatou ao empresário uma lei que aprendera logo depois que tivera um encontro com Jesus Cristo, que sempre colocava em prática nessas situações, e que por coincidência, tinha tudo a ver com acontecido ali naquele momento, a começar pelo título: “A Lei do Caminhão de Lixo” Ele explicou que muitas pessoas são como esses caminhões, vivem por ai carregadas de coisas podres: cheias de frustrações, cheias de raivas, de traumas e de desapontamentos… À medida em que as suas pilhas de lixo crescem, e se acumulam, elas precisam de um lugar para descarregar e, às vezes, descarregam sobre o primeiro que cruza o caminho delas, e então, quem não tem nada a ver com o infortúnio delas passa a ser o alvo do seu ”bota-fora”. Nunca tome isso como pessoal, isto não é problema seu! É deles! Apenas sorria, acene, deseje sempre o bem, e vá em frente... Afinal, não precisamos pegar o lixo de tais pessoas e nem tampouco espalhá-lo sobre outras pessoas do nosso convívio, da nossa casa, do nosso trabalho, ou os das ruas. Fique tranquilo… respire fundo e profundo… e deixe o lixeiro passar! O princípio disso é muito simples: “Pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia!”

UMA HISTÓRIA REAL

Certa vez, o famoso linguista polonês Mr. Korzybski, teve que dar uma palestra para um grupo de estudantes sobre como “o mapa não é o território”, ou seja, sobre como o mundo não é como nós o percebemos, a realidade em que vivemos é a que criamos por causa da nossa interpretação. Ele decidiu fazer uma demonstração muito prática e engraçada da força das palavras sobre nós. Em certo momento Mr, Korzybsky interrompeu a palestra e pegou um grande pote de biscoitos que estava embrulhado em um papel branco. Ele se desculpou aos ouvintes dizendo que não tinha tido tempo de comer e ofereceu biscoitos aos participantes que estavam sentados na primeira fileira de bancos do auditório. A maioria deles aceitou. Depois foi oferecido aos demais e ao final quase todo auditório mastigava calmamente um ou dois cookies até que o Mr Korzybsky rasgou o invólucro branco que cobria o pote de biscoitos e assim podia se ver a caixa original… Podia-se ler nela que eram biscoitos de cachorro! Ao perceberem isso muitos assistentes saíram correndo do auditório cobrindo a boca com as mãos. Há poucos segundos de estarem felizes saboreando os biscoitos, o auditório mudou completamente seu entendimento ou interpretação da realidade. Korzybsky disse: “Vejam vocês, Senhoras e Senhores, mostrei aqui que as pessoas comem muito bem as delícias, assim como comem muito bem as palavras. Mostrei ainda que o sabor das primeiras muitas vezes é superado pelo gosto das últimas.” Relato verdadeiro, e um pouco mais difícil, sobre como nos deixamos influenciar pelas palavras; como a realidade que vivemos depende da interpretação que temos das coisas.

PARÁBOLA DA ROSA

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados? Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre. Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições. Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

O AVÔ E O NETO

Então, de repente, o neto perguntou: – Quantos anos o senhor tem, avô? E o avô respondeu: – Bem, deixa-me pensar um momento… Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco. Não existiam os radares, os cartões de crédito e o raio laser. Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento, no varal) e frigoríficos quase ninguém tinha. O homem nem tinha chegado à lua. A tua avó e eu casamos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe. Não havia celular, comunicávamos através de cartas, postais e telegramas. “Mails, chats e Messenger”, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos… Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários ou biblioteca pública. Chamava-se a cada políciaL e a cada homem “senhor” e a cada mulher “senhora”. As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo. Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos atos. Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com a família e amigos. Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos. – Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho . Agora me diz quanto anos acha que tenho? – Meu Deus, Avô! O senhor tem mais de 200! – disse o neto. – Não, querido. Tenho 75 anos!

DESTAQUE

EXEMPLO DE UM PAI

Era uma reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filho...