HISTÓRIAS INTERESSANTES, MENSAGENS INSPIRATIVAS. EXEMPLOS QUE MOSTRAM COMO VIVER É JEITO!
EXEMPLO DE UM PAI
Era uma reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e das mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía muito cedo e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que, a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola, que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E se fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma — simples, mas eficiente — de se fazer presente e, o mais importante, de seu filho acreditar na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos “ouçam” o coração dos pais ou responsáveis, pois os ensinamentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.
O CÃO E O COELHO
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão.
Então começa uma conversa entre os dois vizinhos:
– Ele vai comer o meu coelho!
– De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos e ‘pegar’ amizade!!!
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.
Dizia o homem:
– O vizinho estava certo. Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
– Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
– Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo. Parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
– Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
– O que foi?! Que cara é essa?
– O coelho, o coelho…
– O que tem o coelho?
– Morreu!
– Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
– Morreu na sexta-feira!
– Na sexta?!
– Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro.
Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado.
O que faz ele? Provavelmente muito triste, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar.
E o ser humano continua julgando os outros…
A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes, fazemos o mesmo…
O TOLO E A MOEDA
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertiam com um rapaz tolo que vivia na zona rural.
Um pobre coitado, de pouca inteligencia que vivia de pequenos biscates e esmolas.
Sempre quando o rapaz ia cidade eles o chamavam ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Eu sei respondeu o tolo assim: Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar varias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não tem uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente.
Autor Desconhecido
LIÇÃO DE VIDA
Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, a maioria das vezes, com Beto, o meu melhor amigo.
Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto, ela me ouviu e disse o seguinte:
- Vai buscar a sua balança e os blocos.
- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?
- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira.
Obedeci e trouxe a balança e os blocos. Então ela disse:
- Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.
Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.
- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.
Eu hesitei, porém ela me animou dizendo:
- Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você?
Concordei e passei a mencionar o que havia de bom no caráter de meu amiguinho. Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.
Dei uma risada e mamãe observou:
- Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.
E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano.
Autor desconhecido.
CARTA DE UMA MÃE COM ALZHEIMER
Um texto lindíssimo para ler e refletir. Carta de uma mãe com Alzheimer em estágio inicial para sua filha, antes que a doença avançasse. Boa leitura!
“Querida filha, escute com atenção o que tenho para falar. O dia que esta doença se apoderar totalmente de mim e eu não for mais a mesma, por favor, tenha paciência e me compreenda.
Quando eu derrubar comida sobre minha roupa e esquecer como calçar meus sapatos, não perca sua paciência.
Lembre-se de todas as horas que passei te ensinado essas mesmas coisas, com a maior calma e amor que eu podia.
Se ao conversar com você repetir as mesmas palavras e você já souber o final da história, não me interrompa e me escute.
Quando você era pequena, tive que te contar mil vezes a mesma história para que você dormisse.
Quando fizer minhas necessidades em lugares errados, não sinta vergonha e nem fique brava, pois não posso me controlar.
Pense em quantas vezes, quando era uma menina, te limpei e te ajudei quando você também não podia se controlar. Além disso, não quero que se sinta triste ao me ver assim.
É possível que eu já não entenda suas palavras, mas sempre entenderei seus abraços, seus carinhos e seus beijos.
Eu posso até esquecer quem você é, mas tenha certeza que no meu coração tem um espaço reservado somente para você. Só te peço que não esqueça quem eu sou.
Te desejo sempre o melhor para sua vida, com todo o meu coração.
Sua mãe que te ama muito.”
(Autor desconhecido)
CULTIVO DO BOM MILHO
Um agricultor de milho só plantava grãos premiados. Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava uma fita azul de produtor do melhor milho da região. Um ano, um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos. “Como você pode dar ao luxo de compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles também entram na competição de milhos e competem com o seu todos os anos?”, perguntou o repórter. “Por que o senhor”, disse o fazendeiro, “não sabia? O vento apanha pólen do milho maduro e espalhá-o de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom. “Ele é um fazendeiro muito atento às conectividades da vida. O milho dele não pode melhorar sem que o milho do vizinho também melhore.”
LIÇÃO-Aqueles que decidiram por aceitarem Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, receberam a Paz que vem do Céu, devem viver em paz com seus vizinhos e testemunharem da felicidade que só Deus pode dar.
CENOURAS, OVO OU CAFÉ?
Era uma vez uma filha que se queixou ao pai que a sua vida era miserável e que ela não sabia o que fazer. Ela estava cansada de lutar e lutar o tempo todo. Parecia que quando um problema era resolvido, outro logo surgia.
Seu pai, um chef experiente dono de restaurante, levou-a para a cozinha. Ele encheu três potes com água e colocou cada um em fogo alto. Quando as três panelas começaram a ferver, ele colocou cenouras em uma panela, ovo na segunda panela e grãos de café moídos na terceira panela.
Ele então os deixou sentar e ferver, sem dizer uma palavra para sua filha. A filha reclamou, esperou impaciente, tentando imaginar o que o pai estava fazendo. Depois de alguns minutos, ele desligou os queimadores. Ele tirou as cenouras da panela e as colocou em uma tigela. Ele puxou o ovo e o colocou em uma tigela.
Ele então pegou o café e colocou em uma xícara. Virando-se para ela, perguntou. “Filha, o que você vê?”
“Cenouras, ovo e café”, ela respondeu apressadamente.
Olhe mais de perto – disse ele – e toque nas cenouras. Ela fez e notou que eram macias. Ele então pediu a ela para pegar o ovo e quebrá-lo. Depois de tirar a casca, ela observou o ovo cozido. Finalmente, ele pediu a ela para tomar o café. Seu aroma rico trouxe um sorriso ao rosto dela.
“Pai, o que isso significa?” Ela perguntou.
Ele então explicou que as cenouras, o ovo e os grãos de café enfrentaram a mesma adversidade – a água fervente.
No entanto, cada um reagiu de forma diferente.
As cenouras entraram forte, duras e implacáveis, mas em água fervente, tornaram-se macias e fracas.
O ovo era frágil, com a casca externa fina protegendo seu interior líquido até ser colocada na água fervente. Então o interior do ovo ficou duro.
No entanto, os grãos de café moídos eram únicos. Depois que eles foram expostos à água fervente, eles mudaram a água e criaram algo novo.
“Qual é você”, ele perguntou a sua filha. “Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um grão de café? “
Moral: Na vida, as coisas acontecem ao nosso redor, as coisas acontecem conosco, mas a única coisa que realmente importa é o que acontece dentro de nós.
VERDADEIRA AMIZADE
Conta esta lenda judaica que dois amigos cultivavam e dividiam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com dedicação numa luta estafante, às vezes inglória, sempre à espera de um resultado compensador.
Anos e mais anos lidaram com a terra, obtendo pouco ou nenhum retorno, até que um dia Deus os abençou com uma grande safra, perfeita, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos.
Trabalharam na colheita o dia inteiro e depois cada um seguiu o seu rumo.
À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou: "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu".
Levantou-se, silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.
Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, pensando: "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou velho demais para ter filhos e não penso mais em me casar? As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter".
Não teve dúvidas: saltou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.
Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente. Olharam-se espantados, mas não foram necessárias palavras para que entendessem a mútua intenção.
Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.
Esta postagem é dedicada ao Sévio dos Santos Pinheiro, homem de caráter inquestionável, ama a Deus e pratica esse amor. Ele é dos poucos seres humanos que promove e valoriza a amizade verdadeira.
Sévio, agradeço sempre a Deus pelo o prazer e a alegria de ter você como filho e amigo. AS BENÇÃOS DE DEUS SERÃO DERRAMADAS SOBRE TODAS AS ÁREAS DA SUA VIDA, DURANTE TODOS OS SEUS DIAS! DEUS É FIEL!
ATITUDE É TUDO
Uma mulher acordou uma manhã para a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
— Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
— Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
— Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
— Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.
ATITUDE É TUDO! Seja sempre mais humano e agradável consigo mesmo e com as pessoas.
A ARTE DE VIVER JUNTO
Conta uma lenda dos índios Sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho chefe da tribo e pediram:
– Nós nos amamos e vamos nos casar e queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse-lhes:
– Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!
Os jovens indios se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.
No dia estabelecido, na frente da tenda do chefe, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente exemplares dos animais que ele tinha pedido.
– E agora, o que faremos? – os jovens perguntaram.
– Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.
Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros.
A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Algum tempo depois, irritadas pela impossibilidade do voo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.
Então, o velho disse:
– Jamais se esqueçam do que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados. Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas.
A OUTRA JANELA
Uma menina debruçada na janela de sua casa chorava pela morte de seu animal de estimação. Com muita tristeza, observava o jardineiro enterrar o amigo de tantas brincadeiras.
O avô que a observava aproximou-se, deu-lhe um abraço e chamou-lhe a atenção para outra realidade. Pegou-lhe pela mão e a conduziu para outra janela. Abriu as cortinas, mostrou-lhe um jardim florido e disse:
– ” Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali à frente? Lembra que você ajudou a plantá-lo? Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo.
A menina enxugou as lágrimas que ainda corriam e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre as rosas que enfeitavam o jardim.
O avô, satisfeito pôr tê-la ajudado a superar aquele momento difícil disse:
“A vida nos oferece sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente.”
TRABALHO DO MENINO
História que ensina o valor do trabalho; o valor da auto avaliação sincera e o valor da vontade de acertar...
Um menino entrou em um armazém, empurrou um engradado de refrigerante que estava ali para baixo do telefone público.Ele subiu no engradado para que pudesse alcançar os botões do telefone e começou a discar. O proprietário da venda observou e ouviu a conversa.
Menino: Senhora será que posso passar aí para cortar a sua grama?
Mulher: (no outro lado da linha telefônica): Já tenho alguém para cortar meu gramado.
Menino: Eu vou cortar o seu gramado pela metade do preço da pessoa que corta seu gramado agora.
Mulher: Estou muito satisfeita com a pessoa que está cortando meu gramado.
Menino: (com mais perseverança): Senhora, eu vou varrer sua varanda e até mesmo sua calçada, então no domingo terá o gramado mais bonito da cidade.
Mulher: Não, obrigada.
Com um sorriso no rosto, o garoto desligou o telefone. O proprietário do armazém, que estava ouvindo tudo isso, caminhou até o menino.
Proprietário do armazém: “… Filho, eu gostei da sua atitude e do seu espírito positivo e, de minha parte, gostaria de lhe oferecer um emprego.”
Menino: Não, obrigado.
Proprietário da venda surpreso: Mas você parecia precisar muito de um emprego, agora mesmo ao telefone.
Menino: Não, senhor, eu estava apenas verificando o meu desempenho no trabalho que eu já tenho.Eu sou o único que está trabalhando para a senhora com quem eu estava falando!
PENSAMENTO: “Somos aquilo que repetidamente fazemos. A excelência portanto, não é um feito, mas um hábito.”
Aristóteles
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EXEMPLO DO RELÓGIO
Antes de morrer, um pai disse ao filho: " Aqui está um relógio que o teu avô me deu e tem mais de 100 anos, mas antes de te dar, vá para a loja da primeira rua e Diga-lhe que você quer vendê-lo para saber quanto pode custar ".
Ele foi e depois voltou para o pai e disse: "O relojoeiro queria pagar 5 dólares porque é velho".
Depois ele disse: "Agora vai ao café".
Ele foi e depois voltou e disse: " Ele queria pagar 5 $". " Agora vá ao museu e mostre-lhes esse relógio ".
Ele foi e depois voltou e disse ao pai " Eles me ofereceram 200 mil dólares para este relógio!!!".
O pai disse: " Como exemplo do relógio, eu só queria que você soubesse que seu valor será reconhecido no lugar certo. Não fique no lugar errado e não fique zangado se você não for apreciado pelo seu justo valor. Aquele que sabe o seu valor é aquele que gosta de você. Não fique em um lugar que não é adequado para você ".
Dê valor à si mesmo !!!
DUPLO SILÊNCIO (LENDA JUDAÍCA)
Dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador.
Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno.
Até que um dia, chegou a grande colheita.
Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos.
Cada um seguiu o seu rumo. À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou : "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice.
Eles me ajudarão no fim da minha vida.
O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo.
Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu".
Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.
Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando : "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar.
As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter".
Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro.
O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.
Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente.
Olharam-se espantados.
Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção.
Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.
ARTE DE RESOVER CONFLITOS
O trem atravessava sacolejando os subúrbios da cidade de Tóquio numa tarde de primavera.
Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô.
Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.
Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e sujo.
Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.
O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arrancá-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.
O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem lutador se levantou.
Ele estava em excelente forma física e gostava de lutar. O problema é que suas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate de verdade. Os alunos são proibidos de lutar, pois sabem que Aikidô "é a arte da reconciliação.
Aquele cuja mente deseja brigar perdeu o elo com o universo.
Por isso o jovem sempre evitava envolver-se em brigas, mas no fundo do coração, porém, desejava uma oportunidade legítima em que pudesse salvar os inocentes, destruindo os culpados.
Chegou o dia! Pensou consigo mesmo. Há pessoas correndo perigo e se eu não fizer alguma coisa é bem possível que elas acabem se ferindo.
O jovem se levantou e o bêbado percebeu a chance de canalizar sua ira.
Ah! Gritou ele. Um valentão! Você está precisando de uma lição de boas maneiras!
O jovem lutador lançou-lhe um olhar de desprezo.
Pretendia parar o homem bêbado, mas precisava esperar que ele o agredisse primeiro, por isso o provocou de forma insolente.
Agora chega! Gritou o homem. Você vai levar uma lição. E se preparou para atacar.
Mas, antes que ele pudesse se mexer, alguém deu um grito: Hei!
O jovem e o bêbado olharam para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos.
Aquele minúsculo senhor vestia um quimono e devia ter mais de setenta anos...
Não deu a menor atenção ao jovem, mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar.
Por favor chega aqui disse o velhinho, num tom amistoso. Venha conversar comigo insistiu, chamando-o com um aceno de mão.
O homenzarrão atendeu, mas perguntou com aspereza: por que vou conversar com você?
O velhinho continuou sorrindo. O que você andou bebendo? Perguntou, com olhar interessado.
Saquê rosnou de volta o operário e não é da sua conta!
Com muita ternura, o velhinho começou a falar da sua vida, do afeto que sentia pela esposa, das noites que sentavam num velho banco de madeira, no jardim, um ao lado do outro.
Ficamos olhando o pôr do sol e vendo como vai indo o nosso caquizeiro, comentou o velho mestre.
Pouco a pouco o operário foi relaxando e disse: é, é bom. Eu também gosto de caqui...
São deliciosos concordou o velho, sorrindo. E tenho certeza de que você também tem uma ótima esposa.
Não, falou o operário. Minha esposa morreu.
Suavemente, acompanhando o balanço do trem, aquele homenzarrão começou a chorar.
Eu não tenho esposa, não tenho casa, não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de mim mesmo.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto. E o jovem estava lá, com toda sua inocência juvenil, com toda a sua vontade de tornar o mundo melhor para se viver, sentindo-se, de repente, o pior dos homens.
O trem chegou à estação e o jovem desceu. Voltou-se para dar uma última olhada. O operário estirado no banco e deitara a cabeça no colo do velhinho, que afagava com ternura seus cabelos emaranhados.
Enquanto o trem se afastava, o jovem ficou meditando... O que pretendia resolver pela força foi alcançado com algumas palavras meigas. E aprendeu, através de uma lição viva, a arte de resolver conflitos.
A BORBOLETA AZUL
Havia um viúvo que morava com seus dois filhos adolecentes, curiosos e muito ativos. Os meninos sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras,não. Como pretendia oferecer a eles a melhor educação, mandou os meninos passarem férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, os meninos resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, um deles apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
— O que você vai fazer? - perguntou o irmão mais novo.
— Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
Os dois meninos foram então ao encontro do velho sábio, que estava meditando.
— Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
— Depende de você. Ela está em suas mãos. Você irá decidir ...
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
LEI DO CAMINHÃO DE LIXO
O empresário acenou para o taxista e solicitou seus serviços para uma corrida até ao aeroporto. O motorista, muito comunicativo e simpático, conversava animadamente com o seu cliente enquanto fazia o longo trajeto. Mesmo conversando o tempo todo, ele não desviava o olhar e a atenção do trânsito, e muito correto no modo de dirigir, andava sempre na faixa certa e conduzia seu veículo com o máximo de cuidado possível... Todavia, quando seguia tranquilo por uma rua, mais que de repente um caminhão transportador de lixo veio ao seu encontro ao sair de uma rua transversal, de marcha a ré, e atravessou instantaneamente à sua frente. O taxista pisou no freio bruscamente, se desvencilhou do caminhão e ainda conseguiu escapar de se colidir em um outro carro que seguia na pista ao lado. Foi por um triz!
Não satisfeito pelo erro cometido, o motorista do caminhão sacudiu a cabeça negativamente, fez alguns gestos feios com as mãos e começou a gritar nervosamente, como se ele tivesse alguma razão naquilo tudo. Já o taxista, surpreendentemente sorriu para ele, pediu lhe desculpas e fez um sinal de “calma” seguido por um outro de “positivo” com o polegar, e assim, desestabilizou todo aquele sentimento de fúria que era manifesto na fisionomia do outro.
Indignado com tudo o que presenciou o passageiro do táxi logo ponderou: “Oras! Tinha que ser o contrário: você é que deveria ter esbravejado com ele e o xingado”
O taxista, com a mesma calma lá do início, relatou ao empresário uma lei que aprendera logo depois que tivera um encontro com Jesus Cristo, que sempre colocava em prática nessas situações, e que por coincidência, tinha tudo a ver com acontecido ali naquele momento, a começar pelo título: “A Lei do Caminhão de Lixo”
Ele explicou que muitas pessoas são como esses caminhões, vivem por ai carregadas de coisas podres: cheias de frustrações, cheias de raivas, de traumas e de desapontamentos… À medida em que as suas pilhas de lixo crescem, e se acumulam, elas precisam de um lugar para descarregar e, às vezes, descarregam sobre o primeiro que cruza o caminho delas, e então, quem não tem nada a ver com o infortúnio delas passa a ser o alvo do seu ”bota-fora”.
Nunca tome isso como pessoal, isto não é problema seu! É deles! Apenas sorria, acene, deseje sempre o bem, e vá em frente... Afinal, não precisamos pegar o lixo de tais pessoas e nem tampouco espalhá-lo sobre outras pessoas do nosso convívio, da nossa casa, do nosso trabalho, ou os das ruas.
Fique tranquilo… respire fundo e profundo… e deixe o lixeiro passar! O princípio disso é muito simples: “Pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia!”
UMA HISTÓRIA REAL
Certa vez, o famoso linguista polonês Mr. Korzybski, teve que dar uma palestra para um grupo de estudantes sobre como “o mapa não é o território”, ou seja, sobre como o mundo não é como nós o percebemos, a realidade em que vivemos é a que criamos por causa da nossa interpretação.
Ele decidiu fazer uma demonstração muito prática e engraçada da força das palavras sobre nós.
Em certo momento Mr, Korzybsky interrompeu a palestra e pegou um grande pote de biscoitos que estava embrulhado em um papel branco. Ele se desculpou aos ouvintes dizendo que não tinha tido tempo de comer e ofereceu biscoitos aos participantes que estavam sentados na primeira fileira de bancos do auditório. A maioria deles aceitou. Depois foi oferecido aos demais e ao final quase todo auditório mastigava calmamente um ou dois cookies até que o Mr Korzybsky rasgou o invólucro branco que cobria o pote de biscoitos e assim podia se ver a caixa original… Podia-se ler nela que eram biscoitos de cachorro! Ao perceberem isso muitos assistentes saíram correndo do auditório cobrindo a boca com as mãos. Há poucos segundos de estarem felizes saboreando os biscoitos, o auditório mudou completamente seu entendimento ou interpretação da realidade.
Korzybsky disse: “Vejam vocês, Senhoras e Senhores, mostrei aqui que as pessoas comem muito bem as delícias, assim como comem muito bem as palavras. Mostrei ainda que o sabor das primeiras muitas vezes é superado pelo gosto das últimas.” Relato verdadeiro, e um pouco mais difícil, sobre como nos deixamos influenciar pelas palavras; como a realidade que vivemos depende da interpretação que temos das coisas.
PARÁBOLA DA ROSA
Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
O AVÔ E O NETO
Então, de repente, o neto perguntou:
– Quantos anos o senhor tem, avô?
E o avô respondeu:
– Bem, deixa-me pensar um momento…
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Não existiam os radares, os cartões de crédito e o raio laser.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento, no varal) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casamos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
Não havia celular, comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
“Mails, chats e Messenger”, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos…
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários ou biblioteca pública.
Chamava-se a cada políciaL e a cada homem “senhor” e a cada mulher “senhora”.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos atos.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com a família e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
– Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho .
Agora me diz quanto anos acha que tenho?
– Meu Deus, Avô! O senhor tem mais de 200! – disse o neto.
– Não, querido. Tenho 75 anos!
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